sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Casa de Paul McCartney em Londres foi assaltada

Paul chegando na festa do Mick Jagger
A casa de 12,6 milhões de dólares de Paul McCartney, em Londres foi assaltada.
"Havia luzes azuis piscando e policiais em todos os lugares - quatro ou cinco carros", um pessoa local disse. "Todas as luzes estavam acesas na casa. A polícia estava por toda parte.
Um porta-voz da Polícia Metropolitana confirmou que os oficiais responderam a um arrombamento às 18h20 da última sexta-feira. "Participamos e identificamos sinais de entrada forçada".
Paul, 76 anos, havia apresentado na capital austríaca, Viena, na noite anterior.
Paul chegando na festa do Mick Jagger
Seu porta-voz nega-se a dizer se Paul ou sua esposa, Nancy Shevell, estavam em Londres no momento em que os intrusos atacaram. Mas o incidente será inevitavelmente motivo de preocupação para McCartney, que, dizem os moradores, faz o máximo para viver uma vida normal em Londres.
"Ele anda sem guarda-costas, conversa com as pessoas, anda no parque", diz um deles. "Mas ele leva as pessoas por perto.
"A casa tem câmeras em todos os lados, então eu não sei como eles entraram. Deve ser preocupante.
A Polícia Metropolitana diz que nenhuma prisão foi feita e suas investigações continuam.
Paul chegando na festa do Mick Jagger
Enquanto isso um dia depois do show de Paul McCartney em Liverpool,ele foi visto chegando na festa de natal do Mick Jagger à noite de ontem dia 13.

Colaboração: Eric Bourgouin o correspondente na estrada do Canadá

source: MSN e Daily Mail UK

John Lennon "Eu não estou interessado em ser um herói morto"

John Lennon abre uma nova janela. declaradamente, seus críticos queriam vê-lo morrer - 3 dias antes de ele ser assassinado,
Em 1980,com 40 anos falou sobre seus críticos em seu último bate-papo no dia 5 de dezembro - que durou nove horas: “O que eles querem do cara? Eles querem que ele se mate no palco? Eles querem que eu e Yoko se foda no palco ou nos suicidemos no palco? "
"Eles só gostam de pessoas quando estão subindo, e quando estão lá em cima, não têm mais nada a fazer além de estar nelas.
A lenda dos Beatles também disse que seus críticos só estavam interessados em "heróis mortos" como James Dean e Sid Vicious
E ele se abriu sobre sua culpa por ser um péssimo pai, problemas com drogas e abortos sofridos pela esposa Yoko Ono, que o mandou para uma espiral de depressão.
“O que eles querem é heróis mortos, como Sid Vicious e James Dean.
"Eu não estou interessado em ser um herói morto".
Mas Lennon admitiu que ele sempre idolatrava pinups condenados, dizendo que ele passou sua juventude querendo "ser tão durão,como James Dean o tempo todo".
John, que tem filhos como Sean, 43, e Julian, 55, acrescentou em sua última conversa que também lutava contra seus demônios passados e as responsabilidades de ser um pai decente.
Ele confessou: “Foi um grande evento para nós ter um bebê - as pessoas podem esquecer o quanto tentamos ter um e quantos abortos tivemos e cenas de quase morte para a Yoko - e nós tivemos um natimorto e muito de problemas com drogas, muitos problemas pessoais e públicos causados por nós mesmos e com a ajuda de nossos amigos.
"Mas de qualquer forma. Nós nos colocamos em situações que foram estressantes, mas conseguimos ter o filho que tentamos ter por 10 anos, e, meu Deus, nós não iríamos explodir.
“Nós não nos mudamos por um ano, e eu pratiquei ioga com a mulher de cabelos grisalhos na TV.
“Somos todos egoístas, mas acho que os chamados artistas são completamente egoístas - colocar Yoko, Sean, o gato ou qualquer pessoa em mente além de mim - eu e meus altos e baixos e meus pequenos problemas - é uma tensão. Claro, há uma recompensa e uma alegria, mas ainda assim ... você luta contra seus instintos egoístas naturais.
“O mesmo que tomar drogas ou comer comida ruim ou não fazer exercícios. É tão difícil quanto dar para uma criança, não é nada natural.
"Talvez tenha sido assim que fomos criados, mas é muito difícil pensar em outra pessoa, até mesmo no seu próprio filho, para realmente pensar nele."

source: Radar Online

Em clima de Natal,Paul se apresentou em Liverpool

Paul McCartney retornou a Liverpool na noite passada dia 12 com um show que deu ao público tudo que eles poderiam querer na Echo Arena.
Macca deu o pontapé inicial na turnê britânica de sua Freshen Up na noite passada - com uma lista impressionante de 40 músicas em sua cidade natal.
McCartney é conhecido por seus longos sets, preferindo tocar em vez de dar um tempo ou deixar os fãs querendo mais.
photo by WENN
Durante sua visita ao The Cavern, no início deste ano, Paul tocou um set de duas horas com 27 músicas - e agora ele superou isso.
A crítica, Laura Davis, assistiu ao show da Echo Arena na noite passada e disse que "era difícil dizer se McCartney ou o público estavam gostando mais".
O homem se dirigiu a Liverpool ontem à noite, dizendo: “Nós vamos ao redor do mundo e é ótimo estar de volta em casa.
 photo by Aaron Parsons
"Eu poderia passar a noite toda apenas conversando com vocês, mas eu não vou. Vamos tocar algumas músicas ”.

Os destaques do show foram primeiro as ganhadoras do concurso realizado por Paul para cantar com ele no palco e eram 2 fãs da Finlândia que subiram e cantaram I Saw Her Standing There e o segundo destaque foi quando tocou “Wonderful Christmastime” com o clima do Natal junto com o coral da LIPA.

Esse foi o set list:
1. A Hard Day's Night
2. Junior's Farm
3. All Loving
4. Letting Go
5. Who Cares
6. Got to Get You Into My Life
7. Come On to Me
8. Let Me Roll It
9. I've Got a Feeling
10. Let 'Em In
11. My Valentine
12. Nineteen Hundred and Eighty-Five
13. Maybe I'm Amazed
14. I've Just Seen a Face
15. In Spite of All the Danger
16. From Me to You
17. Dance Tonight
18. Love Me Do
19. Blackbird
20. Here Today
21. Queenie Eye
22. Lady Madonna
23. Eleanor Rigby
24. Fuh You
25. Being for the Benefit of Mr. Kite!
26. Something
27. Ob-La-Di, Ob-La-Da
28. Band on the Run
29. Back in the U.S.S.R.
30. Let It Be
31. Live and Let Die
32. Hey Jude
33. Birthday
34. I Saw Her Standing There
35. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)
36. Wonderful Christmastime
37. Helter Skelter
38. Golden Slumbers
39. Carry That Weight
40. The End

Próximo show será dia 14 dezembro em Glasgow na Escócia..

O Álbum Branco dos Beatles completa 50 anos - faixa Everybody's Got Something to Hide Except Me and My Monkey

"Everybody's Got Something to Hide Except Me and My Monkey" é uma canção dos Beatles composta por John Lennon, creditada a dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. O título da música é o mais longo de qualquer canção dos Beatles e tem origem de uma frase de Maharishi Mahesh Yogi, (exceto pela parte do macaco – “my monkey”).
Origem
Em 1980, Lennon falou em entrevista à Rolling Stone: "Aquilo era apenas uma boa linha que eu fiz em uma canção. Isso era sobre mim e Yoko. Todo mundo pareceu ser paranóico exceto nós dois, que estávamos no brilho do amor. Todas as coisas estão claras e abertas quando nós estamos apaixonados. Todo mundo estava com um pouco de tensão em torno de nós: você sabe, 'o que ela está fazendo aqui nesta sessão? Por que ela está com ele?' Todo esse pouco de loucura está em torno de nós porque nós apenas acontecemos de querer estar juntos todo o tempo."
Paul McCartney acreditava ser uma clara referência as drogas como ele mesmo relatou no livro, Many Years From Now de Barry Miles: “Ele estava entrando fortemente nas drogas e suas canções estavam tomando muitas referências da heroína. Mesmo até aquele ponto a gente tendo feito referências oblíquas à maconha ou LSD, John começou a falar de doses e macacos e foi uma coisa difícil para o resto de nós entendermos. Estavamos desapontados com seu vício pois não achavamos jeito de ajudá-lo. Só esperávamos que não fosse tão longe. Ele conseguiu se livrar depois, mas aquele foi um período duro para John, o que eu acho que um pouco daquela adversidade e as loucuras contribuíram para a sua arte, o que aconteceu nesse caso.” 
Letra
“Todo mundo tem algo para esconder, exceto eu e meu Macaco,” em tradução literal. George Harrison disse que não sabia de onde o termo “Macaco” tinha vindo. A interpretação mais comum é de que “macaca” era um apelido que John dava para Yoko.
Embora Lennon tenha negado, “O macaco” do título é tido como referência à heroína como diz nas frases: “The deeper you go/the higher you fly/The higher you fly/the deeper you go” (“Quanto mais fundo você vai/mais alto você voa/Quanto mais alto você voa/Mas fundo você vai”) e “A monkey on the back” ou “Um macaco nas costas” era um termo jazzístico usado para o vício em heroína durante seu surgimento na década de 40.
Os trechos: “Your inside is out/your outside is in.” (“Seu interior está pra fora/Seu exterior está pra dentro”) completando com uma espécie de conselho, “Take it easy...” ou “Pega leve...” Reflete no fato de Lennon e Yoko Ono começarem a tomar heroína em 1968, mas eles alegavam usar para escapar da pressão dos outros em seu relacionamento.
Gravação
A canção foi ensaiada inúmeras vezes na casa de Harrison em maio de 1968. Numa versão demo é possível ver que a canção começou como uma base simples de blues com um toque de rock and roll que veio depois.
Inicialmente exibida como “Sem título,” a canção foi gravada em 26 de junho de 1968 no Abbey Road Studios, porém só como ensaios. A versão original foi gravada no dia seguinte, 27 de junho. (algumas partes do dia 26 foram aproveitadas, porém esse dia não é reconhecido como um dia de gravação oficial.) Foi gravado seis takes como duas guitarras, sinos e maracas. A música também sofreu uma aceleração na mixagem pois estava muito lenta. Ela passou de 3:07 para 2:29. O final sofreu uma aceleração maior numa mixagem posterior. Em 23 de julho, Lennon adicionou novos vocais e vocais de apoio, inclusive o frenético “Come on, come on...” no final e palmas também foram gravadas. A versão mono saiu no mesmo dia e a versão estéreo no dia 12 de outubro.

source: Wikipedia

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

O Álbum Branco dos Beatles completa 50 anos - faixa Mother Nature's Son

"Mother Nature's Son" é uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. A canção segue a linha de “Blackbird” e é toda gravada por Paul.
Origem
“Filho da Mãe Natureza,” em sua tradução, foi escrita parcialmente na Índia, durante a meditação transcendental, inspirado por um manuscrito dado a Paul por Maharishi Mahesh Yogi, e pela ampla fauna e flora indiana, e parcialmente em Liverpool durante uma visita a casa de Jim McCartney, seu pai. O mesmo manuscrito inspirou John a escrever “Child of Nature” que mais tarde se tornaria “Jealous Guy.” 
Letra
Na letra ele conta sobre um rapaz pobre, filho da Mãe Natureza e que passa o dia a cantar canções para todo mundo. A música ainda cita montanhas, córregos e campos gramados.
Segundo Paul McCartney na sua autobiografia “Many Years From Now,” de Barry Miles: “Eu me lembro de ter escrito Mother Nature’s Son, na casa de meu pai em Liverpool. Eu geralmente o visitava e nessas visitas sentia um bom terreno para compor canções. Então essa é minha homenagem para a Mãe Natureza. Eu sempre adorei ‘Nature Boy’ de Nat King Cole, e eu sempre gostei de natureza e quando Linda e eu começamos a sair, descobrimos esse profundo amor em comum. Deve ter tido ajuda de John em alguns versos.” 
Gravação
“Mother Nature's Son,” foi gravada durante um período freqüente na qual apenas um dos Beatles participam da canção, no caso, Paul McCartney.
Em 9 de agosto foi gravado 25 takes de “Mother Nature's Son.” Ele gravou os vocais e os violões simultaneamente e o take 24 foi a melhor gravação. Enquanto que o take 2 foi lançado no “The Beatles Anthology” em 1996.
A canção foi completada em 20 de agosto no estúdio 2 do Abbey Road Studios. Em cima do take 24, Paul acrescentou o tímpano, outros trechos de violão e bateria (surdo) que foi gravado do lado de fora do estúdio, para dar um efeito “seco” na batida.
McCartney trabalhou com George Martin nos arranjos de metais, gravados nesse dia. Lennon e Ringo estavam trabalhando em “Yer Blues” e raramente entraram no estúdio 2.
O engenheiro Ken Scott relembra um fato ocorrido nessa gravação: “Paul estava lá embaixo fazendo os arranjos com George Martin e os músicos. Tudo estava ótimo, todos em grandes espíritos, quando de repente John e Ringo entraram no estúdio e cortaram aquela atmosfera como uma faca. Por um instante tudo mudou. Quando eles saíram, por 10 minutos as coisas começaram a voltar ao normal de novo. Foi muito bizarro.”
McCartney também gravou outras duas canções em 20 de agosto, “Wild Honey Pie” e “Etcetera” (esta última cortada do álbum, lançada pelo Black Dyke Mills Band como “Thingumybob.”)

Colaboração: Eric Bourgouin o correspondente na estrada do Canadá

source: Wikipedia

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

O Álbum Branco dos Beatles completa 50 anos - faixa Yer Blues

"Yer Blues" é uma canção dos Beatles composta por John Lennon, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. Lennon aparentemente fez essa canção como uma paródia ao Blues britânico.
Origem
Lennon disse em uma entrevista a Rolling Stone, que usou o título sem nexo com a letra, como um mecanismo de defesa, assim se ninguém criticasse a música ele poderia descrevê-la como uma paródia. Apesar disso, a letra é extremamente suicida e tem como referência a música “Ballad of a Thin Man” de Bob Dylan, que documenta batalhas psicológicas. Os trabalhos posteriores de Lennon como "Cold Turkey", mostra o aprendizado com gravações de voz que John adquiriu ao longo de músicas como “Strawberry Fields Forever,” “Lucy in the Sky with Diamonds” e “Tomorrow Never Knows.”
Letra
John Lennon, no "The Beatles Anthology", declarou “que a coisa mais engraçada sobre o retiro espiritual de Maharishi Mahesh Yogi, era que apesar de ser um lugar muito bonito e de meditar 8 horas por dia, eu estava escrevendo as coisas mais ordinárias e miseráveis do mundo. Em “Yer Blues” quando escrevi, ‘Estou tão sozinho e quero morrer,’ Aquilo era como me sentia.”
Na letra ele lamenta que se sente só e quer morrer, que se sente igual ao “Mr. Jones” da canção de Bob Dylan e que nem o seu próprio “Rock and roll” lhe satisfaz mais. Uma das causas dessa angústia pode ser Yoko Ono, que apesar de ainda não ter tido uma relação com Lennon na época, regularmente escrevia da Inglaterra para John na Índia. E com certeza a música é dedicada para ela. 
Gravação
Os Beatles gravaram uma versão acústica de “Yer Blues” em maio de 1968, na casa de George Harrison em Esher. Tirando a versão explosiva do estúdio, musicalmente a construção permaneceu igual.
Os Beatles gravaram a canção numa saleta próxima ao Estúdio 2 do Abbey Road Studios por causa de um comentário sarcástico do engenheiro de som, Ken Scottt: “George veio com a idéia de gravar na sala de controle com o retorno estourando, para ter uma idéia de uma gravação ao vivo... Eu lembro que Lennon veio e queria fazer algo também então eu disse: ‘Que diabos, do jeito que vocês vão indo, desistimos do estúdio e gravamos na salinha ao lado!’ A sala do lado era minúscula e ficava os gravadores de 4 canais antigos e ainda por cima não tinha nenhum tipo de isolamento acústico nas paredes.”
Lennon replicou: “Essa é uma ótima idéia!, vamos tentar fazer isso no próximo número.” “Yer Blues” foi gravada nessa sala 8 por 8 com todos os Beatles e seus instrumentos tocando, e funcionou muito bem.
As gravações começaram em 13 de agosto e eles fizeram 14 takes da base rítmica – bateria, baixo, guitarras e o vocal principal de Lennon. Após isso eles reduziram alguns takes para caber na mesa de 4 canais. Pela primeira vez numa sessão dos Beatles, a faixa foi editada diretamente, normalmente uma cópia da mixagem era editada e o original era guardado para eventuais problemas.
O começo do take 17 foi colado no fim do take 16. Esse corte abrupto pode ser ouvido na marca de 3:16, e também é possível ouvir a voz guia de John cantando ao fundo. Por causa do estilo de gravação, é possível ouvir outros sons durante a música, como guias vocais, e um solo descartado durante a pausa instrumental.
Em 14 de agosto, John gravou o vocal principal e em 20 de agosto Ringo Starr teve a honra de gravar a contagem inicial. Ringo declarou no “The Beatles Anthology": “...Era nós quatro dentro de uma caixa, uma sala de 8 por 8 sem separações. Era aquele grupo juntos, como numa garagem, como um grunge dos anos 60, um grunge blues.” O estilo de gravação contribuiu para as idéias do projeto “Get Back,” que veio a se tornar mais tarde, “Let It Be."

Colaboração: Eric Bourgouin o correspondente na estrada do Canadá

source: Wikipedia

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Novo livro mostra os Beatles gravando nos estúdios Abbey Road em 1963

Ele já era um famoso fotógrafo de moda. Eles estavam à beira de causar uma loucura frenética internacional.
Em 12 de setembro de 1963, Norman Parkinson fotografou os Fab Four ao gravar músicas no Abbey Road Studios. As fotos mostram um jovem John, Paul, George e Ringo cantando, tocando violão e gaita, fazendo uma pausa para o chá e brincando. Publicado inicialmente naquele ano, suas fotos agora fazem parte do novo livro "The Beatles: London, 1963".
O single de estreia da banda, "Love Me Do", foi lançado no Reino Unido em outubro de 1962 e atingiu o número 17 nas paradas. Começou a transformar os "desconhecidos virtuais fora de sua terra natal, Liverpool" - John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr - nas estrelas pop, Pat Gilbert, o jornalista e escritor, explicou no livro.
Seu álbum de estreia, "Please Please Me", foi lançado em março de 1963 e, enquanto os Beatles estavam em turnê naquele ano, havia indícios dos "gritos histéricos" que caracterizariam a próxima Beatlemania, escreveu Gilbert.
“O charme da vizinhança e a harmonia pop animada pareciam tocar a coragem de um país (Inglaterra) que emergiu de anos de austeridade cinzenta do pós-guerra - como o novo apelo de seus estranhos cortes de cabelo e instrumentos em forma ", escreveu ele.
"No final da turnê, grupos de adolescentes estavam cercando portas de palco, exigindo autógrafos e beijos da banda."
O fotógrafo britânico de moda e retratos de Norman Parkinson passou décadas fotografando modelos e as celebridades de Hollywood da época, incluindo Audrey Hepburn, Montgomery Clift, Ava Gardner e Katharine Hepburn. Parkinson deixou a Vogue em 1959 para se juntar à revista Queen, que Jocelyn Stevens havia comprado e relançado recentemente.
A revista da sociedade "estava perfeitamente preparada para o advento dos anos 60", escreveu Gilbert. Um editor associado da 'Queen' montou a tarefa para Parkinson, que planejava filmar a banda em um hotel e depois trabalhar no Abbey Road Studios, de acordo com o livro.
Apesar do fato de que os Beatles tiveram seu primeiro single com 'From Me To You' em 4 de maio, e seu álbum 'Please Please Me' estava indo bem nas paradas, os membros ainda dividiam quartos no President Hotel na noite anterior
"Nós reservamos dois quartos com camas individuais para o grupo", contou Tony Bramwell, um assessor de turnê, no livro. ‘John-Paul e George-Ringo eram os pares habituais. Eles gostavam de ficar no President Hotel porque havia banhos turcos na Russell Square. Esse tipo de coisa ainda era novo e divertido para eles.
Parkinson fotografou o grupo no hotel e depois no estúdio. Os fãs esperavam pelos Beatles em Abbey Road.
Depois de gravar mensagens para o rádio, a banda começou a trabalhar na música de McCartney, "Hold Me Tight", que eles haviam tentado antes em uma sessão no começo daquele ano. Depois de 10 takes, o grupo tinha o que precisavam para fazer uma versão final, que apareceria no segundo álbum do grupo, "With The Beatles", explicou Gilbert no livro.
Parkinson chegou ao estúdio enquanto o grupo fazia uma pausa para o chá por volta das 18h30, e só tinha filme em preto e branco com ele enquanto as lojas fechavam o dia, de acordo com o livro lançado recentemente, publicado pela ACC Art. Books.
Depois de voltar ao trabalho, o grupo começou a gravar a música de George Harrison "Don't Bother Me", enquanto Parkinson as fotografava. Parkinson usou a luz que estava disponível no estúdio de seus tetos e lâmpadas, e apenas fotos especialmente iluminadas dos Beatles lendo o Financial Times, escreveu Gilbert.
A banda fez 10 takes de 'Don't Bother Me', e para um overdub da música, Harrison 'cantou um segundo vocal e o resto dos Beatles adicionou percussão de instrumentos do estúdio, McCartney tocando um shaker, Ringo Starr em um Bongo árabe e Lennon um pandeiro ”, escreveu ele.
Parkinson era conhecido por usar um boné de casamento de Caxemira, e há imagens em que Lennon e McCartney brincam.O fotógrafo convidou seu filho, Simon, então com 18 anos, para o estúdio para conhecer os Beatles, de acordo com o livro.
"A atmosfera lá foi descontraída: apenas quatro rapazes fenomenalmente talentosos de Liverpool se divertiram muito. Mas, e isso é um grande "mas", eles estavam sob o cuidado atento do supremo Svengali, George Martin ", Simon Parkinson relatou no livro. "Ele parecia estar em todo lugar."
George Martin foi o produtor de muitos discos da banda e foi chamado de "quinto Beatle".
Depois de "Don´t Bother Me", Parkinson fotografou a banda com George Martin na cantina do porão no Abbey Road. Após o intervalo para o chá, a banda voltou a tocar, terminando "I Wanna Be Your Man", e a sessão de gravação acabou por volta das 11 da noite, de acordo com o livro.
"Meu pai gostou muito de trabalhar com os Beatles (reconhecendo) seu enorme talento", disse Simon Parkinson no livro. Norman Parkinson morreu em 1990.
As fotos que ele tirou naquele dia de setembro apareceram pela primeira vez em 'Queen', a revista, e depois para o 'The Beatles Book', uma revista de 40 páginas publicada no início de 1964. A jornalista Maureen Cleave forneceu o texto , e em 1966 ela entrevistaria Lennon quando ele dissesse que o grupo era "mais popular que Jesus agora".
Não muito tempo depois daquela sessão de fotos de setembro, os Beatles ganharam seu segundo número 1 com "She Loves You" , e a Beatlemania nasceu. O grupo foi para a América em fevereiro de 1964, e 'I want hold your hand' virou um grande sucesso.
O livro "The Beatles: London, 1963" de Norman Parkinson tem 176 páginas pela ACC Art. Books e já foi lançado dia 07 de dezembro.

source: Daily Mail UK

Paul McCartney anuncia show extra em São Paulo

Foi anunciada, nesta segunda-feira (10), que o músico Paul McCartney fará um show extra na cidade de São Paulo, no dia 27 de março de 2019, uma quarta-feira. 
Desta forma, ao todo, serão três shows no Brasil: no Allianz Parque, em São Paulo, nos dias 26 e 27 de março, e no Couto Pereira, em Curitiba, no dia 30 de março.
A venda geral acontece no dia 12 de dezembro.  A venda pela internet terá início às 00H01 no site www.ticketsforfun.com.br. Às 10h estarão abertas as bilheterias oficiais (Credicard Hall – sem taxa de conveniência) e os pontos de venda espalhados pelo país.
Os ingressos para a primeira apresentação do músico estão esgotados. Porém, para Curitiba, ainda é possível comprar as entradas através do site da T4F.
Os shows fazem parte da turnê “Freshen Up”, que vem ao Brasil pela primeira vez para divulgar o mais recente álbum de Paul McCartney, chamado “Egypt Station”. O disco, inclusive, tem uma música sobre o Brasil, intitulada “Back in Brazil”.
Veja os preços dos ingressos:
SÃO PAULO
Data: Quarta-feira, 27 de março de 2019
Horário: 20h30
Local: Allianz Parque

Colaboração: Claudia Tapety a fã nº1 de Paul McCartney

fonte/source: Pop Cultura e Paul McCartney 

O Álbum Branco dos Beatles completa 50 anos - faixa Birthday

"Birthday" é uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. Esta música abre o lado três do LP (o que seria o disco 2 em CD) e marca o retorno dos Beatles à tradicional forma do rock and roll, apesar de suas composições terem aumentado em complexidade e terem desenvolvido características próprias e originais nesse ponto. 
Origem
Os Beatles agendaram para mais cedo a sessão de gravações no Estúdio 2 do Abbey Road Studios, em 18 de setembro de 1968. Na ocasião, eles iriam dar uma escapada do estúdio para casa de Paul McCartney a fim de assistir ao filme clássico de rock, "The Girl Can't Help It" de 1956 e que iria passar pela primeira vez na BBC de Londres no horário nobre. Chris Thomas, o co-produtor do disco, disse: "Eu tinha avisado Paul uns 2 dias antes sobre a exibição do filme, então a idéia era fazer uma pausa, ir para a casa de Paul em Cavendish Avenue assistir ao filme e depois voltar ao trabalho."
Então no dia, Paul foi o primeiro a chegar e ele já estava com o riff principal de "Birthday." Os outros Beatles chegaram mais tarde quase que juntos e Paul já tinha boa parte da música e as primeiras estrofes da letra. A base estava ensaiada quase próximo de estourar o tempo para sair e pegar o início do filme. Na volta da sessão, todos empolgados pela energia transmitida pelo filme, eles terminaram a canção inteira. Compuseram, ensaiaram e gravaram, foi tudo feito em um dia. 
Letra
Paul e John cantam nas primeiras linhas: "Você diz que é o seu aniversário, Bem, é meu aniversário também. Vamos passar um tempo legal, estou feliz que é seu aniversário." Depois Lennon em uma harmonia lenta canta "Sim! Nós vamos para uma festa." E Paul canta com um coral de fundo: "Eu gostaria de dançar, me dê essa chance."
Paul McCartney fala sobre a letra: "Aquilo foi 50 a 50, John e eu, fazendo a canção e gravando tudo na mesma noite. Eu não me lembro de ser o aniversário de ninguém em particular, mas vendo por outro lado é uma canção que se refere a tradições como o Natal ou aniversários, isso traz vida à canção, será uma ótima canção porque as pessoas vão colocar pra tocar em festas e cantar em aniversários."
Porém, John Lennon diz que a letra já tinha sido escrita antes: "Foi como todas as outras canções do álbum. Escrita na Índia. A gente costumava pegar um dia da semana para nos sentarmos com nossos violões e Paul queria escrever algo sobre aniversários, então ele fez a dele. É uma droga, mas tem um som interessante: Colocamos o piano num amplificador de guitarra e um efeito tremolo, o que acho que foi a primeira vez que fizemos." 
Gravação
A canção começa com uma introdução de tambor, tocado por Ringo Starr, com som abafado pelo uso de uma luva de pelica, e a progressão de blues começa com uma voz inspirada de Paul McCartney, (talvez pelo filme visto, "The Girl Can't Help It" que contava com Little Richard, Gene Vincent, Eddie Cochran, Jerry Lee Lewis Fats Domino e outros). Esta música é a única faixa no "Álbum Branco" em que Lennon e McCartney dividem o vocal.
John Lennon adicionou os efeitos do final do último acorde e outras pessoas contribuíram para a música como Pattie Boyd e Yoko Ono como vocais de apoio e a equipe de Mal Evans, o assistente de estúdio, com palmas.

Colaboração: Eric Bourgouin o correspondente na estrada do Canadá

source: Wikipedia

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

O Álbum Branco dos Beatles completa 50 anos - faixa Julia

"Julia" é uma canção dos Beatles escrita por John Lennon, creditada a dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. É a última canção do Lado B/Disco 1. 
Origem
"Julia" foi escrito durante a visita dos Beatles à Rishkesh na Índia, para a meditação transcendental de Maharishi Mahesh Yogi em 1968. John escreveu para sua mãe Julia Lennon, que morreu atropelada pelo carro de um policial aposentado, em 1958. John tinha apenas 17 anos. Apesar de Lennon declarar em entrevistas posteriores, que dedicou a música para Yoko Ono também: "Era como imaginar a minha mãe e Yoko em uma só pessoa." Outros rumores dizem que é uma homenagem para seu filho, Julian Lennon. O estilo dedilhado da canção, também presente em "Dear Prudence," foi ensinado a John por Donovan, um músico escocês que também estava em Rishkesh.
Letra 
As primeiras duas linhas: "Metade do que vou dizer é sem significado, Mas eu digo apenas pra te alcançar, Julia," é uma adaptação do poema "Sand and Foam," do poeta libanês, Kahlil Gibran. As linhas originais são: "Metade do que vou dizer é sem significado, Mas eu digo a outra metade apenas pra te alcançar." 
A linha, "Quando eu não consigo cantar com o coração, eu só posso falar com a minha mente," vem da frase em tradução livre, "Quando a vida não acha um cantor para cantar o coração dela, A vida produz um filósofo para falar com sua mente." Essa frase é do mesmo poema. Outro termo extraído do poema é "seashell eyes" ou "olhos de concha." 
Yoko Ono, que tem o primeiro nome traduzido como "filho do mar" em Japonês, é referida na canção na frase, "Filha do Oceano, vem me chamar."
Gravação 
Os Beatles gravaram uma demo de "Julia" na casa de George Harrison em Esher, em Maio de 68’. Embora muito parecida com a versão posterior de estúdio, essa versão trazia vozes dos outros Beatles e assobios paralelos no final. 
"Julia" foi a última música gravada para o "Álbum Branco," (Apesar de "Revolution 9" ter começado em Maio e mesmo assim, em constantes ajustes ao longo do disco.) Lennon gravou 3 takes em 13 de Outubro de 1968, duplicou as vozes e o violão na última desses. O take 2, como é exibido no "Anthology 3," contém mais diálogos entre John e Paul, que estava observando-o da cabine de controle. Apenas John Lennon gravou essa canção, se tornando sua primeira gravação solo. 


Colaboração: Eric Bourgouin o correspondente na estrada do Canadá

source: Wikipedia

domingo, 9 de dezembro de 2018

O Álbum Branco dos Beatles completa 50 anos - faixa I Will

"I Will" é uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. Em contraponto com a faixa anterior, "Why Don't We Do It in the Road?," que contém um apelo sexual, "I Will" é mais romântica.
Origem
Foi a primeira canção de cinco que Paul escreveu e dedicou para sua namorada e futura esposa Linda Eastman. (As outras quatro são: "Two of Us", "The Lovely Linda", "Maybe I'm Amazed", e "My Love"). A harmonia da canção, Paul fez ao ler no jornal que um crítico escreveu, dizendo que os Beatles nunca mais fariam baladas como "Yesterday."
Letra
O tema de "I Will" ou "Eu Irei," é bem o estilo "McCartney" de escrever suas canções de amor. Na letra ele diz que ele fará o que for preciso para ficar com ela e amá-la, dizendo que a amará para sempre, de todo seu coração, mesmo quando estiverem longe um do outro
Gravação
A sessão de gravação se tornou uma sessão de ensaios, produzindo uma curta canção, "Can you take me back," que acabou entrando no final de "Cry Baby Cry." Assim como a canção "Los Paranóias," lançada do disco 3 do "The Beatles Anthology." "I Will" levou 67 takes para se gravada. George Harrison, não participou da faixa, pois estava começando "Piggies" em outro estúdio do Abbey Road Studios. Um "baixo com a voz" foi realmente feito por Paul McCartney. Paul executou 5 baixos em sua vida: o Hofner 500/1, o Rickenbaker4001, Fender Jazz Bass, Wal de 5 cordas e esse, que ele gravou com a boca acompanhando os graves do violão, adicionou um efeito overdub e mais alguns efeitos. Se ouvir atentamente, perceberá que não é um baixo comum.
Uma versão alternativa de "I Will" foi produzida em Outubro de 1996 no "Anthology 3." Essa versão foi o primeiro take a ser gravado em 1968.


Colaboração: Eric Bourgouin o correspondente na estrada do Canadá

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