sexta-feira, 6 de outubro de 2017

"O show será como uma festa. Quero que todos se divirtam", diz Paul McCartney

Paul McCartney é um gigante forjado no talento musical e no rigor profissional. São dois de seus múltiplos atributos combinados no combustível que o mantém firme e forte na estrada. Aos 75 anos, este artista incomum roda o mundo com um espetáculo de três horas de duração, compõe novas canções, grava com artistas de novas gerações e zela pelo valioso patrimônio universal que ergueu com os Beatles. Foi nesse pique que Sir Paul conversou com GaúchaZH no último dia 26, em meio à maratona de nove shows que cumpria na região de Nova York – a perna norte-americana da sua One on One Tour foi encerrada terça-feira, em Detroit. Sua oitava passagem pelo Brasil terá início em Porto Alegre, no próximo dia 13, e segue para São Paulo, Belo Horizonte e Salvador.
O rigor profissional do músico se mostra não apenas na disposição de continuar fazendo de cada espetáculo  uma experiência memorável para os fãs. Estende-se a detalhes como a atenção que dedica aos seus entrevistadores das mais variadas procedências. Na véspera do dia marcado para o bate-papo de 15 minutos com GaúchaZH, Stuart Bell, responsável por tudo que envolve o relacionamento de Paul com a imprensa, ligou para o repórter confirmando o horário (entre 16h e 18h), avisar que mandaria material com dados estatísticos da turnê, trocar impressões sobre o show do músico em 2010 no mesmo palco, o Estádio Beira-Rio, entre outras amenidades.
No dia seguinte, exatamente às 16h, Mark, assessor pessoal de Paul, liga para o estúdio da Rádio Gaúcha, onde a entrevista seria gravada, e avisa que Paul deve ligar em uma hora – logo mais à noite ele se apresentaria no Nassau Veterans Memorial Coliseum,  em Uniondale, subúrbio de Nova York. Uma hora depois, bingo:
– Olá, Marcelo. É Paul.
Em respostas curtas, como se buscasse otimizar o tempo restrito de conversa, o gigante falou, entre outros temas, sobre o repertório da gira mundial iniciada em abril de 2016, na qual decidiu celebrar, como nunca antes, seu glorioso passado – cerca de 70% das 39 canções dos shows são dos Beatles, incluindo hits que ele nunca havia tocado em sua carreira solo. Também falou sobre a recente parceria com Kanye West e Rihanna, dos músicos de sua baita banda (com a qual está há mais tempo do que passou com John, George e Ringo), do próximo disco e de como andam as suas aulas de português.
Chama a atenção em suas declarações – no mesmo tom empolgado, aliás, das que fazia no auge da beatlemania – o respeito que tem por quem se dispõe a comprar o ingresso. O público, para Paul, está em primeiro lugar, e a energia sobre o palco, dele e de seus músicos, nunca pode ser menos do que a máxima.
Leia a seguir a conversa, que acabou durando quase 18 minutos, nos quais Sir Paul demonstrou polidez e bom humor. Algumas perguntas da lista não puderam ser feitas no correr do cronômetro, outras acabaram sacrificadas por seu deslocamento no rumo da conversa. Nada de impaciência ou de assessor alertando o tempo excedido, como é comum encarar em entrevistas com astros e estrelas de grandeza infinitamente inferior à desse gigante.
Desde o show de 2010, em Porto Alegre, você lançou novos discos, novos projetos relacionados aos Beatles, trabalhou com artistas como Kanye West, Rihanna e Foo Fighters, George Martin morreu, você veio outras vezes ao Brasil... De que forma isso tudo se reflete na nova turnê?
Não gosto de falar sobre as coisas que planejo fazer. Porque, na era da internet, são tão poucas as surpresas. As pessoas que pesquisam na internet já sabem o que canto nos shows. Então, procuro sempre apresentar algumas surpresas nos shows, e assim será em Porto Alegre. Espero que você me ajude a deixar que as pessoas possam ser surpreendidas (risos).
Nesta turnê, você toca pela primeira vez em sua carreira solo clássicos do Beatles como A Hard Day’s Night e Can’t Buy me Love, e também In Spite of All the Danger, uma das primeiras músicas que gravou, com os Quarrymen, em 1958. Qual a sensação ao ver a reação do público a essas canções, em especial os fãs mais jovens?
É muito bom. Escolhemos essas canções porque gostamos delas. Quando as ensaiamos, se elas soam bem, nós as colocamos no show. A reação tem sido realmente boa. É bom para nós, porque não as havíamos tocado antes, e também para o público, até mesmo para as pessoas que já nos viram e agora vão encontrar algo diferente. A reação (do público) tem sido incrível.
Entre tantas canções, escolher quais tocar a cada show é divertido ou prazerosamente doloroso?
É prazeroso. Algumas das canções que tocamos são tecnicamente mais difíceis de apresentar do que outras. Mas, se não fosse prazeroso, não as tocaríamos. Sempre experimentamos apresentá-las para o público porque, se gostamos delas e as colocamos no repertório, acabam se tornando especiais para a plateia, que também se diverte com elas. Então, é sempre um prazer tocar essa canções. Muito porque o público pode viver uma experiência grandiosa, calorosa e amigável. E é isso que torna os shows tão especiais.
É verdade que você prepara uma música nova para apresentar nessa nova passagem pelo Brasil? O que pode nos adiantar sobre ela?
Andei falando sobre isso com alguém outro dia, mas é para o meu próximo disco, e não para os shows. Tenho uma canção que tem a ver com o Brasil que será incluída no meu novo disco, então, espero que essa nova canção fique boa e entre no álbum. Mas não a apresentarei no show.
E em que fase está a preparação desse disco? Como funciona seu processo de composição em meio a uma turnê?
Tenho composto canções e, quando as tiver em quantidade suficiente, entrarei no estúdio de gravação para dar a largada a um novo álbum. Já comecei esse processo, tenho cerca de três quartos do material. Gravo algumas canções e vejo quais podem se tornar as melhores. Provavelmente esse álbum será lançado em algum momento do ano que vem. 
Você está tocando com Rusty Anderson, Brian Ray, Abe Laboriel e Paul Wickens há 15 anos. De que forma eles contribuem para a evolução de seu trabalho no estúdio e no palco?
(Eles contribuem) Especialmente no palco. São como minha família: a minha família de palco. Como você disse, tocamos juntos já há muito tempo. Não sabemos o que vai acontecer; sabemos o que temos de fazer. Se ocorre algum erro, sabemos que não devemos nos preocupar tanto, ninguém vai levar aquilo a sério demais, vamos rir. Às vezes, se cometemos algum erro, dizemos ao público: "Ei, isso prova que estamos tocando ao vivo". São rapazes ótimos, e estamos nos divertindo há muitos anos. Gostamos de tocar juntos, são músicos muito bons. Nos divertimos e o público também. Não precisamos de nada mais.
Abe Laboriel é um grande performer.
Sim. Ele é um baterista muito bom e um cara muito legal.
Em seu show anterior em Porto Alegre, você não tocou Maybe I’m Amazed, canção que muitos de seus fãs amam. Eles ficarão felizes agora?
Espero que sim. Não sei exatamente o que vou tocar em Porto Alegre, mas espero tocar essa canção.
O que achou da experiência de trabalhar com Rihanna, Kanye West e outros novos talentos da música pop? De alguma forma, eles seguem um caminho que você ajudou a abrir. Deve ser razão de orgulho, não?
É muito bom trabalhar com pessoas com quem eu não costumava trabalhar antes, como Kanye, que é do hip hop, e eu ainda não tinha trabalhado com ninguém desse gênero. É interessante ver como ele produz seus discos, de um jeito muito diferente do meu. Ele reúne muitas informações e as combina em uma faixa. É como se estivesse fazendo a curadoria de uma exposição de arte. Fizemos juntos uma música, FourFiveSeconds. Acho que o resultado ficou muito bom. E, quando fomos tocar juntos no (prêmio) Grammy, tive a oportunidade de trabalhar com Rihanna. Ela também é uma artista incrível, uma grande performer e uma pessoa muito agradável. Essas parcerias mantêm as coisas interessantes, estimulantes e revigorantes. Gosto disso.
No dia último dia 26 completaram-se 48 anos do lançamento de Abbey Road. Na turnê, você toca, desse disco, Something, The End e Golden Slumbers. Quais as suas lembranças desse álbum?
É um bom disco dos Beatles. Foi um álbum bom de fazer, tal era força criativa de trabalhar com John, George e Ringo. Foi emocionante, às vezes difícil, noutras fácil, com um nível de energia criativa muito grande. Tenho lembranças de ficar agrupando as seções do segundo lado, pegando fragmentos para formar um medley.
Brian Wilson fez uma turnê para celebrar os 50 anos de Pet Sounds (disco clássico dos Beach Boys que foi assumida referência na produção de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles). Vocês não pensou em fazer algo parecido para celebrar os 50 anos de Sgt. Pepper's?
Nós tocamos canções do disco no show, e é tudo que fazemos. Na verdade, não costumo me envolver muito com grandes movimentos como esses. Não costumo ficar contando o tempo, são as outras pessoas que falam comigo sobre esses 50 anos. Claro que é legal saber disso e é difícil acreditar no quão impressionante soa ter sido há tanto tempo. Mas nós não pensamos em tocar o álbum inteiro ou algo desse tipo. Apenas algumas canções.
Um de seus dois shows no Estádio Maracanã, em 1990, entrou para o Guinness com 184 mil espectadores no total. Desde então, você já veio muitas vezes ao Brasil. O que mais lhe chama a atenção no público brasileiro?
O entusiasmo. Eu amo países que são tão musicais e amam tanto a música. E o Brasil é um desses países: tem pessoas especiais que gostam de dançar, de cantar e de curtir a música. O Brasil tem o tipo perfeito de plateia para nós, o tipo de que gostamos. Porque penso que nosso show é e será como uma festa: quero que todos que aparecerem se divirtam. O público brasileiro é muito bom nisso: vai para se divertir. Isso é ótimo para nós, porque quando vemos pessoas se divertindo nos sentimos muito bem no palco.
Qual é a sua opinião sobre a atual tensão política no mundo, com guerras que provocam milhões de refugiados, manifestações de intolerância racial e religiosa e a política belicosa do presidente norte-americano Donald Trump?
São tempos muitos difíceis, com muitas pessoas fazendo coisas com as quais não concordamos. É um pena que não tenhamos líderes realmente fortes no mundo, que te façam acreditar que vão fazer a coisa certa. Acho que vivemos em uma época que não é fácil, mas acredito que sairemos disso, e aí então as coisas ficarão melhores do que estão. Mas, de fato, não é um momento feliz para muitas pessoas.
De que forma você avalia a transição da indústria musical para as plataformas digitas e como procurou se adaptar a esse processo?
Na verdade, este não é um assunto que me preocupa muito. Sabe, eu atravessei a era do vinil, dos cassetes e do CD e agora do streaming. Acredito que a coisa mais importante é a canção, a música em si – é nisso que me concentro, é esse o meu trabalho. Muitos jovens gostam do vinil, que, na minha opinião, é a melhor maneira de ouvir música, é o que tem o som melhor e mais puro, mas muitos desses garotos escutam música nos seus telefones. Não me importa a forma como cada pessoa vai escutar, o importante é a música.
Você costuma usar serviços como o Spotify?
Sim, escuto novos discos, para saber o que está rolando. Mas não faço isso religiosamente. Acho que tem muita coisa boa por aí.
Como estão suas aulas de português? Em sua outra passagem por Porto Alegre você aprendeu alguma expressões locais.
Ah, vão muito bem. (Falando em português) Obrigado. Gosto de aprender algumas expressões locais quando vou ao Brasil... (De volta ao português) Brasil. Minha gatinha linda. É legal quando as pessoas me explicam alguns termos locais.
Por favor, mande uma mensagem para seus fãs, que no sul do Brasil são chamados gaúchos.
Gaúchos? Ei, saudações a todos os gaúchos. Estamos chegando ao Brasil, vamos viver grandes momentos, venham nos ver e vamos fazer uma festa juntos. Com muito amor, Paul.

O single Love Me Do dos Beatles parte 2

Sessão de gravação e uso de gaita
Foi na sessão de 04 de setembro que, segundo McCartney, Martin sugeriu o uso de uma gaita. No entanto, parte da gaita de Lennon estava presente na versão no Anthology 1 da canção gravada durante a audição do dia 06 de junho, com Pete Best na bateria.Também, o recolhimento próprio de Martin deste é diferente, dizendo: "Eu gostei da  'Love Me Do' por causa do som de gaita", acrescentando: "Eu amei o lamento na gaita - ele lembrou-me os discos que eu utilizava para a emissão de Sonny Terry e Brownie McGhee.Senti que tinha um apelo definido ". Sonny Terry e Brownie McGhee seriam uma influência sobre Bob Dylan, que, por sua vez, viria a influenciar os Beatles. 
Lennon tinha aprendido a tocar uma gaita cromática que seu tio George (marido de sua tia Mimi) tinha dado a ele quando criança. Mas o instrumento que está sendo usado no momento era uma roubada por Lennon de uma loja de música em Arnhem, na Holanda, em 1960, quando os Beatles viajaram para Hamburgo por via rodoviária.Lennon teria esse com ele na audição na EMI em 6 de junho como Bruce Channel "Hey Baby", com sua introdução na gaita, e um hit no Reino Unido em Março de 1962, foi uma das 33 músicas do Beatles que tinham preparados (embora apenas quatro foram gravadas: "Bésame Mucho", "Love Me Do", "PS I Love You" e "Ask Me Why", de que apenas "Bésame Mucho" e "Love Me Do" sobreviveram e apareceram no álbum Antology volume 1). Brian Epstein também reservou o americano Bruce Channel para o início de uma promoção na NEMS no Salão New Brighton Tower, em Wallasey em 21 de Junho de 1962, apenas algumas semanas depois de "Hey Baby" que havia traçado, e colocou os Beatles um segundo de prestígio sobre o projeto. Lennon ficou tão impressionado na noite que Bruce Channel tocou, Delbert McClinton, que mais tarde se aproximou dele para aconselhar sobre a forma de tocar o instrumento.Lennon faz referência também a Frank Ifield "I Remember You" e sua introdução na gaita ,um enorme hit número um no Reino Unido em julho de 1962, dizendo: "O truque foi a gaita.Não era uma coisa terrível chamada." I Remember You ", e nós fizemos esses números, e começamos a usá-lo em" Love Me Do " apenas para arranjos ".A gaita se tornou uma característica dos Beatles nos primeiros sucessos, como" Love Me Do "," Please Please Me "e" From Me To You ", bem como várias faixas do álbum. Paul McCartney recordou, "John devia estar na cadeia um dia e que ele seria o cara que tocou a gaita" 
George Martin chegou muito perto de lançar "How Do You Do It?" como o primeiro single (que também voltaria a aparecer como um concorrente para o seu segundo single) antes de se estabelecer em vez disso, "Love Me Do", como uma versão que foi feito pronto para o lançamento e que ainda existe em arquivos da EMI.George Martin comentou mais tarde: ".. Olhei muito duro em 'How Do You Do It?', mas no final eu escolhi a " Love Me Do ", foi um bom histórico" McCartney comentou: "Nós sabíamos que a pressão dos colegas para trás em Liverpool não nos permitiria fazer" How Do You Do It " 

Remake e Andy White 
Martin decidiu, então, que, como "Love Me Do" ia ser o lançamento do grupo de estréia que precisava ser re-gravada com um baterista diferente como ele estava infeliz com o som de bateria de Setembro.(Ken Townsend do Abbey Road também lembra que McCartney estar insatisfeito com o tempo de Ringo Starr -. provavelmente devido a ele não está bem ensaiado).Os produtores de fonogramas da época foram usados ​​para ouvir o bumbo "lock in" com o baixo, em oposição ao muito mais flexível a sensação do R & B que estava começando a surgir, e os bateristas de banda profissionais mostravam muitas vezes utilizando para as gravações. Ron Richards, colocou no comando da sessão de 11 de setembro a regravação na ausência de George Martin, Andy White a quem ele tinha usado no passado.Ringo Starr estava esperando para tocar, e teria ficado muito decepcionado ao ser descartado apenas para a sessão de gravação: Richards lembra "Ele apenas ficou lá tranquilamente na caixa de controle perto de mim Então eu perguntei-lhe para tocar maracas em" PS I. Love You 'Ringo é adorável -  e foi"Ringo Starr lembrou:". Ele pediu desculpas várias vezes desde então, tem o velho George, mas foi devastador - Eu odiava o chato por anos, eu ainda não perdoei"." Love Me Do "foi gravado com Andy White tocando bateria e Ringo Starr no pandeiro mas se o uso de um baterista de sessão não resolveu o problema, como a sessão feita pelo engenheiro Norman Smith comentou:" Foi uma verdadeiro dor de cabeça tentando obter um som [bom] de tambor, e quando você ouvi o disco agora dificilmente você pode ouvir os tambores em tudo ". A versão de Ringo Starr foi mixada " bottom-light "para esconder o tambor de Ringo Starr com o baixo. 
Prensagens iniciais do single são a 04 de setembro com o pandeiro-de versão menos da bateria de Ringo Starr.Mas prensagens depois do single, e a versão utilizada para o álbum Please Please Me, são de 11 de setembro regravada com Andy White na bateria e Ringo Starr no pandeiro.Essa diferença tornou-se fundamental em contar as duas gravações de "Love Me Do" distante. Em relação às sessões de edição que, depois, seguiram todos estes vários takes, Ron Richards lembra a coisa toda de ser um pouco preocupante, dizendo: ". Sinceramente, no momento em que ele saiu eu estava muito cansado disso eu não acho que faria qualquer coisa "

source: Wikipedia

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Show de Paul McCartney em Medellin foi adiado.

Na quarta-feira, os promotores do show do ex-Beatle Paul McCartney anunciaram que o evento agendado para 24 de outubro na cidade de Medellin foi adiado.
"Como resultado de problemas imprevistos da produção, a próxima turnê de One-On One de Paul McCartney na Colômbia foi adiada", disse Tu Boleta, a empresa responsável pela venda de ingressos, em comunicado.
Os promotores estão explorando a possibilidade de reprogramar o show, que faz parte da turnê One On One de McCartney.
"Paul lamenta muito o desapontamento que isso causará aos fãs, devido a circunstâncias que estão fora de seu controle", afirmou.
McCartney atuou em Bogotá no Estádio El Campín em 2012, em um show que tem sido considerado histórico, porque foi o primeiro encontro com um ex Beatle, um dos dois vivos. Então foi a vez do baterista Ringo Starr, em 2015.
De acordo com o comunicado de Tu Boleta, todo o dinheiro da compra dos ingressos será devolvido, "incluindo o valor do serviço de Tu Boleta que será suportado pelo empreendedor".
As datas para o retorno serão de 9 de outubro até 30 de dezembro de 2017.

Colaboração: Beatle Ed o correspondente 24 horas do Canadá

fonte: El Tiempo

O single Love Me Do dos Beatles parte 1

"Love Me Do" é o primeiro single, com "P.S. I Love You" como Lado B e foi lançado em 5 de outubro de 1962. Quando o single foi lançado originalmente no Reino Unido, que chegou ao número 17, em 1982, foi relançado e chegou a número 4.Nos Estados Unidos, o single foi um hit número 1 em 1964. 
Composição e gravações 
A canção é uma composição de Lennon-McCartney, principalmente escrita por Paul McCartney em 1958-1959 quando estava na escola aos 16 anos.John Lennon escreveu a outra parte.Sua prática na época era rabiscar algumas canções ou letras em um caderno escolar, sonhando com o estrelato, sempre escrevendo "Outro Original de Lennon-McCartney" no topo da página."Love Me Do" é intrinsecamente uma canção em torno de dois acordes simples: G7 e C, antes de se mudar para D.É a primeira de Lennon tocando um blues seco com um riff na gaita,em seguida, as características de Lennon e McCartney nos vocais conjuntos, incluindo a harmonização de estilo Everly Brothers durante o suplicado "please" antes de McCartney canta a linha desacompanhada no vocal na frase da canção título.Lennon já tinha cantado as seções de título, mas essa mudança no arranjo foi feito no estúdio sob a direção do produtor George Martin, quando percebeu que a parte harmônica invadiu o vocal (a nessicade de Lennon para começar a tocar a gaita novamente na mesma batida como o "do" de "love Me Do", embora, de acordo com Ian MacDonald,na audição de 06 de junho de 1962 a gaita foi sobreposta, permitindo Lennon a cantar a frase título sem obstáculos).Este é ilustrativo do tempo de restrições sobre esta sessão em particular - a sua primeira sessão de gravação adequada;como por exemplo, quando uma situação semelhante ocorreu mais tarde na sessão de "Please Please Me", a gaita foi sobreposta depois usando a fita para fita fazendo um overdubbing.Descrito por MacDonald como "destacando-se como uma parede de tijolos nua em um subúrbio de sala de estar. 
"Love Me Do" foi gravada pelos Beatles em três ocasiões diferentes, com três bateristas diferentes: 
-A primeira foi gravada em 6 de Junho de 1962 com Pete Best na bateria, como parte de sua audição na EMI Studios em Abbey Road, em Londres. Esta versão (que se pensava está perdida) está disponível no Anthology 1
-Até 4 de setembro, Pete Best tinha sido substituído por Ringo Starr (o produtor George Martin não aprovava Pete na bateria, a decisão de demitir Pete não era dele, no entanto), e nesse dia os Beatles com Ringo Starr gravaram uma versão de novo na EMI Studios. 
-Uma semana depois, em 11 de setembro, os Beatles voltaram para o mesmo estúdio e fizeram uma gravação de "Love Me Do", com o baterista Andy White na bateria, como Martin estava descontente com o desempenho de Ringo Starr, em 4 de setembro e ele foi relegado para tocar tamborim. Como o tamborim não foi incluído na gravação de 04 de setembro, esta é a maneira mais fácil de distinguir entre as gravações de Ringo Starr e Andy White.
As primeiras edições do single, no entanto, tiveram a versão de Ringo Starr,levando Mark Lewisohn para depois escrever:. "Claramente, a versão do dia 11 de Setembro não foi considerado como tendo sido uma melhora significativa depois de tudo"Também foi posteriormente incluído em álbuns da compilação Rarities (versão americana) e Past Masters, Volume One. A versão de Andy White, da faixa foi incluída no álbum dos Beatles de estréia no Reino Unido, Please Please Me, The Beatles' Hits EP, e todos os lançamentos de álbuns posteriores em que "Love Me Do" foi incluído. Para uma re-edição de 1976 e da re-edição "20th Anniversary" de 1982 a versão de Andy White foi usado. O CD single lançado em 2 de Outubro de 1992, contém as duas versões.A versão de Pete Best permaneceu inédito até 1995, quando foi incluído no Anthology volume 1. 
"Love Me Do", com Ringo Starr, também foi rgravada oito vezes na BBC e tocada sobre os programas de rádio da BBC Here We Go, Talent Spot, Saturday Club, Side By Side, Pop Go The Beatles e Easy Beat entre Outubro de 1962 e Outubro de 1963. A versão de "Love Me Do", gravada em 10 de Julho de 1963, a BBC e transmitido em 23 de julho de 1963 a o programa Pop Go The Beatles pode ser ouvido no álbum Live at the BBC de 1994. Os Beatles também cantaram a música ao vivo em 20 de fevereiro de 1963 no programa Parade of the Pops da rádio BBC.

source: Wikipedia

A Jingle Games lança uma jukebox pelos 50 anos do Sgt Pepper

Após o sucesso da reedição do Sgt Pepper Lonely Hearts Club Band, o aniversário do álbum está sendo marcado com uma jukebox de edição limitada de vinil.
A empresa Jingle Games Ltd, que projeta e comercializa jukeboxes de marca e máquinas de diversão, está produzindo a jukebox sob licença exclusiva da Apple Corps.
A jukebox, que tem a capa do álbum icônico, possui 70 singles de 7 "e é capaz de tocar os lados A e B, além de incorporar um receptor Bluetooth para transmitir música digital de forma sem fio a partir de qualquer dispositivo compatível.
"Oito anos depois da nossa última colaboração, estamos absolutamente encantados em trabalhar novamente com a Apple Corps Ltd para criar o que será a nossa sexta Jukebox temática dos Beatles", disse Harry Gibson, dos Jingle Games. "Como fã de toda a vida de sua música, tem sido um privilégio ter tido a oportunidade de criar um produto tão especial e exclusivo dos Beatles".
A Jingle Games esteve envolvido com o design e as vendas internacionais das jukeboxes dos Beatles desde que a primeira jukebox do Yellow Submarine da Wurlitzer foi projetada e lançada em 2001 pela Lordsvale, sua empresa associada.
A Jukebox do Sgt Pepper será fabricado exclusivamente no Reino Unido pela Sound Leisure e será vendida por £ 8.995.

Colaboração: John G Demas

source: Music Week 

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Nunca haverá outro artista ao vivo como Paul McCartney

foto Robert Bruce
Menos de 24 horas depois que as notícias do horrível ataque de terror em um festival de música country de Las Vegas,Paul McCartney subiu ao palco na nova e pequena Arena de Little Caesars para o segundo show dia 02 de outubro.Em um dia de notícias que incluiu a confusão sobre o estado de saúde de Tom Petty, Paul olhou para a multidão esgotada com um sorriso desesperado, dizendo: "Hoje foi um dia muito triste, mas nós vamos tentar nos divertir, tudo bem? "Então ele contou a banda, e tocou o acorde de abertura icônico de" Hard Day's Night ".
foto Robert Bruce
Paul levantou as duas mãos, com dois dedos estendidos enquanto a banda lançava "Give Peace A Chance", uma interpretação do clássico hino de John Lennon, que assumiu um novo significado após os eventos de Las Vegas, criando um imenso movimento e poderoso poucos minutos de chamada e resposta, enquanto os participantes exibiam sinais adornados com corações em torno da palavra "Vegas".
foto Robert Bruce
É mais do que provável que nada como os Beatles nunca mais aconteça novamente. Mas afortunado por nós, Paul McCartney ainda está por perto e ainda prova o poder de permanência da performance musical ao vivo, especialmente na sequência de uma tragédia horrível.
Esse foi o set list:
1-A Hard Day's Night
2-Save Us
3-Can't Buy Me Love
4-Letting Go
5-Drive My Car
6-Let Me Roll It
7-I've Got a Feeling
8-My Valentine
9-Nineteen Hundred and Eighty-Five
10-Maybe I'm Amazed
11-I’ve Just Seen A Face
12-In Spite of All the Danger
13-You Won't See Me
14-Love Me Do
15-And I Love Her
16-Blackbird
17-Here Today
18-Queenie Eye
19-New
20-Lady Madonna
21-FourFiveSeconds
22-Eleanor Rigby
23-I Wanna Be Your Man
24-Being for the Benefit of Mr. Kite!
25-Something

26-A Day In The Life/Give Peace A Chance
27-Ob-La-Di, Ob-La-Da
28-Band on the Run
29-Back in the U.S.S.R.

30-Let It Be
31-Live and Let Die
32-Hey Jude
33-Yesterday
34-Day Tripper
35-Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)
36-Helter Skelter
37-Golden Slumbers/Carry That Weight/The End


Agora a turnê muda de continente e vai para o Brasil onde o próximo show será dia 13 de outubro em Porto Alegre...

source: UPROXX 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Morre aos 66 anos o músico Tom Petty

Tom Petty, mais conhecido como o líder de Tom Petty e os Heartbreakers, morreu hoje dia 02 de outubro aos 66 anos, confirmou a CBS News.
O músico lendário sofreu uma parada cardíaca completa e foi encontrado inconsciente e sem respiração em sua casa em Malibu no domingo à noite. Ele foi levado para o Hospital UCLA Santa Monica informa TMZ
Petty chegou a fama na década de 70 com sua banda, Tom Petty and The Heartbreakers. O grupo lançou vários hits, incluindo "American Girl", "Free Fallin", "Breakdown", "Listen to Her Heart" e muito mais. A banda foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame em 2002.
Apesar de Petty e sua banda estreitaram seu primeiro álbum auto-intitulado em 1976, eles continuaram a atuar nas últimas quatro décadas. Petty fez seu último show na última segunda-feira, realizando três shows esgotados no Hollywood Bowl para concluir sua turnê no 40º aniversário. A banda escreveu em seu site que a turnê incluiu 53 shows em 24 estados.

Em dezembro, Petty disse a Rolling Stone que achava que essa seria a última turnê do grupo em conjunto. Ele disse: "É muito provável que continuemos tocando, mas vamos realizar 50 shows em uma turnê? Eu não acho que sim. Eu estaria mentindo se eu não dissesse que eu estava pensando que este poderia ser o último grande. Estamos todos na parte de trás dos nossos anos 70. Tenho uma neta agora, eu gostaria de ver o máximo que puder. Não quero passar minha vida na estrada. Essa turnê me levará embora por quatro meses. Com uma criancinha, isso é muito tempo "
Petty, que lançou três álbuns solo e 13 álbuns com Tom Petty and The Heartbreakers, também participou do supergrupo dos anos 80, Traveling Wilburys, com Bob Dylan, George Harrison, Roy Orbison e Jeff Lynne.

Atualização
A declaração, enviada por Tony Dimitriades empresáio de Tom Petty diz: "Em nome da família Tom Petty estamos devastados por anunciar a morte prematura de nosso pai, marido, irmão, líder e amigo Tom Petty. Ele sofreu parada cardíaca em sua casa em Malibu nas primeiras horas desta manhã e foi levado ao Centro Médico da UCLA, mas não pôde ser revivido. Ele morreu pacificamente às 8h40 da noite. PT cercado por família, seus colegas de banda e amigos ".

source: WDSU News

Colaboração: Nancy Korn

source: CBS

Ringo Starr e Paul McCartney comentam sobre Tom Petty

Ringo Starr agora a pouco comentou em seu twitter sobre a morte de Tom Petty
"Deus abençoe Tom Petty
paz e amor para sua família
Tenho certeza que vou sentir sua falta Tom"
Agora há pouco Paul McCartney comentou horas antes do show que fará em Detroit via twiiter
"Enviando amor para Tom Petty e sua família neste momento difícil."

Colaboração: Eric Bourgouin o correspondente na estrada do Canadá

Paul McCartney tocou 3 horas de Beatles, Wings e mais em Detroit

 foto  Scott Legato
Sua música é intemporal. Suas apresentações ao vivo são sem idade. Paul McCartney tocou três horas seguidas na Little Caesars Arena em 1 de outubro de 2017 em Detroit.O primeiro de dois shows em noites consecutivas na nova arena.
O ex-membro dos Beatles, de 75 anos, tocou o hit após o outro com apenas pequenas pausas entre músicas para dar uma pequena história da música ou para contar uma piada rápida. "Essa é a única mudança de guarda-roupa de toda a noite", McCartney disse à multidão enquanto tirava sua jaqueta
foto  Scott Legato
"Nós sabemos quais músicas vocês gostam. Podemos dizer daqui porque, quando tocamos uma favorita dos Beatles, o lugar se acende. Seus telefones são como uma galáxia de estrelas. Então, quando fazemos um novo número, é como um buraco negro. Mas, nós não nos importamos. Nós vamos fazê-los de qualquer maneira. "
 foto  Scott Legato
Este não é apenas um show. É uma experiência. Toda turnê poderia ser sua última. Aproveite vê-lo ao vivo enquanto puder. No entanto, se a maneira como ele se apresentou esta noite é qualquer indicação, não há parada para McCartney tão cedo
"Obrigado Detroit, vocês foram fantásticos. Nós nos veremos na próxima vez".

1-A Hard Day's Night
2-Junior's Farm
3-Can't Buy Me Love
4-Jet
5-All My Loving
6-Let Me Roll It
7-I've Got a Feeling
8-My Valentine
9-Nineteen Hundred and Eighty-Five
10-Maybe I'm Amazed
11-We Can Work It Out
12-In Spite of All the Danger
13-You Won't See Me
14-Love Me Do
15-And I Love Her
16-Blackbird
17-Here Today
18-Queenie Eye
19-New
20-Lady Madonna
21-FourFiveSeconds
22-Eleanor Rigby
23-I Wanna Be Your Man
24-Being for the Benefit of Mr. Kite!
25-Something

26-A Day In The Life/Give Peace A Chance
27-Ob-La-Di, Ob-La-Da
28-Band on the Run
29-Back in the U.S.S.R.

30-Let It Be
31-Live and Let Die
32-Hey Jude
33-Yesterday
34-Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)
35-Helter Skelter
36-Birthday
37-Golden Slumbers/Carry That Weight/The End
 

Próximo show será dia 02 de outubro no mesmo local... 

Metro de Medellín fará homenagem a Paul McCartney

Pela primeira vez, um vagão do Metro estará vestido em homenagem a Paul McCartney com a idéia de dar as boas vindas à cidade para uma das lendas vivas da música no mundo.
Esta será a segunda visita que McCartney fará a Colômbia, depois de sua passagem pela capital do país há cinco anos
"Feliz porque começamos o momento zero, a contagem regressiva para a chegada deste artista que terá um grande impacto na cidade de Medellín ... " disse em um diálogo com a Caracol Radio, Catalina Amador, diretora comercial da Tyrona Eventos.
Paul McCartney se apresentará em Medellin no dia 24 de outubro no estádio Atanasio Girardot 

Comentário:
No Japão,sempre fazem isso quando Paul vai fazer shows por lá

fonte: Caracol

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Happy Socks lançará meias inspiradas no filme Yellow Sumarine

Quando Viktor Tell, o diretor criativo da Happy Socks (também conhecido como a marca de meia mais feliz do mundo), recebeu a oportunidade de fazer uma coleção em edição limitada em parceria com os Beatles (também conhecido como uma das mais influentes bandas de rock do mundo ), o objetivo era imediatamente óbvio para ele: prestar homenagem ao Yellow Submarine (também conhecido como um dos filmes de animação mais icônicos do mundo).
"Os Beatles sempre estiveram em minha mente - em particular,Yellow Submarine, por causa de quão divertido e colorido era", diz Tell. "Havia tantos gráficos para puxar e nós conseguimos juntar isso de uma forma divertida".
O inesquecível filme de 1968 - uma obra-prima vibrante e psicodélica com uma trilha sonora composta por seletos sucessos dos Beatles que seguem uma trama em que os Beatles se juntam ao Capitão Fred em seu submarino amarelo para libertar Pepperland dos Blue Meanies - é especialmente significativo para Tell. Como aconteceu, seu pai trabalhou no filme, especificamente a cena "Lucy in the Sky with Diamonds".
"Crescendo, quando meu pai me contou histórias sobre como foi trabalhar no Yellow Submarine e como ele dirigiu essa parte, que é um pouco diferente do resto do filme - é mais psicodélico, realmente se destaca", ele relembra. "O desenho animado foi uma parte da minha infância e ficou preso comigo por um longo período de tempo - eu consegui assistir como criança e agora, como um adulto".
The Happy Socks e a coleção dos Beatles possui seis projetos baseados em personagens e cenas do filme, incluindo The Dreadful Flying Glove, Chief Blue Meanie (que o time trouxe à vida para a campanha) e Jeremy, Pepperland e, claro, Yellow Submarine.E, de um jeito ingénuo, as meias são embaladas em caixas de presente colecionáveis projetadas para assemelhar-se a um LP e EP.
E a beleza de uma colaboração da Happy Socks é que se sente como uma verdadeira colaboração, com a meia como veículo para comunicar a mensagem."Aqui, os Beatles não estão mais por aí, mas queríamos capturar a essência do que o Submarino Amarelo era. Deve sentir-se como Submarino Amarelo representado em um par de meias ".
Quando perguntado se Paul McCartney e Ringo Starr tiveram a chance de ver (ou mesmo usar!) As meias, Tell diz, infelizmente, eles não sabem, mas acha que vão adorar. "É tudo sobre felicidade e amor, e os Beatles eram todos sobre o amor", diz ele. "Eu acho perfeito como isso foi alinhado - para ter essa energia, positividade e felicidade nesta coleção.
A coleção Yellow Submarine (pares individuais serão vendidos por $ 14, uma caixa de presente de três pacotes por US $ 40 e um pacote de seis por US $ 78) estarão disponível nas lojas Happy Socks e happysocks.com a partir de 3 de outubro.

Colaboração: John G Demas

source: Billboard